Descobertas musicais de 2015

Faz um bom tempo que eu não posto nesse blog. Tenho me ocupado bem mais no meu outro blog (www.heavenknowsme.wordpress.com), seria legal você dar uma passada lá inclusive.

Mas enfim, aqui eu gosto de postar sobre assuntos variados, e faz tempo que eu não falo sobre música. Resolvi deixar uma listinha pra vocês com algumas bandas que eu descobri esse ano e aproveitar pra falar de algumas que eu descobri na minha viagem ano passado!

1. George Ezra

Essa voz. Sério, não preciso falar mais nada. Descobri esse aí na viagem!

2. Tom Odell

Eu fui num festival em Londres em julho chamado British Summer Time. Estava toda empolgada esperando pra ver Lucy Rose e Neil Young. Sim, ainda não acredito que assisti duas horas de show do Neil Young, mas ok. Uma das bandas que tocou antes foi do Tom. Eu olhei pra cara dele e não dei moral nenhuma, até ele sentar no piano e tocar essa música aí. Não parei de ouvir nunca mais! Vale a pena procurar pra ouvir mais 😉

3. James Bay ❤

Eu estou completamente viciada nas músicas desse cara há meses, não consigo sair dessa. Se você está no meu facebook já deve estar cansado de me ver postar músicas dele, mas é porque eu tenho uma necessidade muito grande de compartilhar músicas boas quando eu as encontro. Então me faz o favor e clica no play:

4. Phil Wickham

Você já deve ter escutado essa música, mas eu não posso deixar de colocar aqui porque é um cara que eu tenho escutado muito recentemente também, vale a pena escutar essas e procurar outras 😉

5. O novo álbum da Brooke Fraser “Brutal Romantic”

Moça, quanta evolução! O novo álbum da Brooke tá tipo “ame ou odeie”, e eu no caso, amei! Ela tá num momento bem pop, aliás como todo o cenário musical do mundo, parece que a gente tá numa fase de “recriar” (?) o pop. Gostei muito, mas claro que nem todo o álbum é interessante, mas gostei da maioria das músicas! Principalmente essa:

6. O que está por vir da Lucy Rose ❤

MEU DEUS, LUCY!

Se você está no meu facebook ou conhece um pouco meu gosto musical, você sabe o quanto eu AMO a Lucy Rose. E o quanto eu me emocionei vendo o show dela ano passado em Londres. Eu contei um pouco sobre ele nesse post: https://xicaracheia.wordpress.com/2014/07/28/3-months-of-happiness/ (MUITA EMOÇÃO, ainda não superei!).

Mas gente, preciso voltar pra lá só pra ver os próximos shows do próximo álbum, porque as músicas novas estão cada vez melhores. E como sempre as letras dela tem muito a ver com o que eu estou vivendo. Se eu não estou enganada, o álbum novo vai ser lançado em julho e eu vou precisar tê-lo nas minhas mãos, lógico!

Então, mais uma vez, faz o favor de pegar seu fone de ouvido e dar play nisso aqui:

7. Angus & Julia Stone

Isso aqui é paixão antiga. Mas sabe quando você fica anos sem ouvir uma banda e quando ouve o novo álbum você redescobre a paixão?! Foi tipo isso! Como sempre aquele sonzinho melancólico que vai te fazer companhia num dia de chuva e que você não deve ouvir se estiver na fossa (SÉRIO). Mas, eu tenho uma inclinação muito grande em viciar em músicas mais calminhas e até tristinhas, me faz bem!

É isso por hoje! Gosto de fazer essas listinhas uma vez ou outra pra deixar registrado o que eu tenho escutado pra ver o quanto o meu gosto musical vai mudando com o passar do tempo, e também pra deixar algumas dicas de bandas legais pra vocês! Espero que tenham gostado dessa lista, e sinta-se mais do que convidado(a) a compartilhar comigo qualquer banda legal que você tem escutado!

Crise criativa

Coisa mais abominável, mais incoerente e e indesejável é essa coisa chamada crise criativa.

Eu não sei muito bem por onde começar, porque eu não sei nem o motivo pelo qual isso acontece. Mas acredito que todos nós passamos por isso. Seja você um artista, um escritor, publicitário, engenheiro ou até empresário. Um dia chega o momento em que você simplesmente não consegue fluir. Os pensamentos são confusos, as ideias desconexas, ou simplesmente vem aquele branco. Aí você começa a questionar suas habilidades, sua formação, seu propósito na vida, enfim. Um série de perguntas.

Não sei se esse texto vai me trazer respostas pras perguntas que ficam rodeando minha cabeça há meses, mas pelo menos eu quero organizar minhas ideias aqui, com palavras, já que as melodias me abandonaram.

Talvez você ainda não conheça essa parte da minha vida, apesar de eu acreditar que a maioria das pessoas que lê esse blog saiba do meu envolvimento com a música. Acontece que a parte de composição sempre foi MUITO natural pra mim, assim como é escrever. É uma coisa que eu não preciso fazer um grande esforço. De fato, quando esse esforço existe o resultado acaba sendo ruim ou inatingido. Eu sou aquele tipo de ser que está andando na rua quando simplesmente DO NADA é atingido por alguma melodia ou por alguma frase que dá origem à uma canção. Isso sou eu. Acontece nas horas mais aleatórias, até no chuveiro ou enquanto eu durmo, sim até dormindo! E quando não é assim, eu não preciso pegar o violão por mais de uma hora até que saia alguma coisa pelo menos razoável, tanto em melodia quanto em letra. É assim que eu estou acostumada a levar as coisas. Não quero dizer que eu sou uma compositora genial. De fato minhas músicas são bem simples e tem algumas que eu realmente não gosto hoje em dia. Mas entenda, não é a grandiosidade da coisa que me alegra, e sim o fato de eu conseguir fazer música. Que as pessoas gostem ou não, que eu goste ou não. Eu sabia fazer isso. Isso era meu.

Acontece que já fazem meses que eu não consigo fazer nada quando pego o violão. Não sai nenhuma frase melódica aproveitável. Nenhum conjunto de palavras significantes o suficiente me vêm à mente. Eu estou numa crise criativa e não sei como sair dela. Às vezes eu fico tão chateada com isso que sinto desgosto da coisa toda, acabo desistindo. Veja, não é que eu estou triste e depressiva, estou numa das melhores fases da minha vida. Apesar de profissionalmente eu não fazer ideia do que vem a seguir, como pessoa eu estou plenamente feliz, e já cheguei a achar que esse é o problema, apesar de ser bem injusto.

De qualquer forma, isso é basicamente um desabafo e um pedido de ajuda. Como disse, acredito que de alguma forma todo mundo passa por isso em alguma área da sua vida em algum momento. Se você souber de algo que pode ajudar, não pense duas vezes antes de me escrever!

Caso queria ouvir as músicas que eu costumava escrever, aqui estão: https://soundcloud.com/deciphering

Enfim! Obrigada por ler meu pequeno desabafo hehe

Espero que volte! (:

Do you speak english?

Depois de voltar pro Brasil eu fiquei pensando em como eu poderia continuar aprimorando o inglês que eu aprendi. Na realidade, eu não comecei a aprender inglês durante a viagem, aprendi desde criança na escola, como a maioria das pessoas, e desde os 12 anos me aprofundei no assunto por conta própria. Nunca tinha feito nenhum curso de inglês até chegar em Londres, e me surpreendi com a forma como as pessoas elogiaram meu inglês por lá assim que cheguei. Não que eu cheguei lá super sabendo de tudo, muito pelo contrário, quando cheguei eu vi que sabia bem menos do que imaginava, mas o pouco que eu sabia me ajudou muito a progredir rápido. A dificuldade maior foi, na verdade, o acento britânico, que apesar de encantador soa bem estranho pra nós que estamos tão acostumados com a cultura americana. Mas meu inglês melhorou muito, apesar de eu não estar fluente ainda, já consigo desenvolver um diálogo tranquilamente e aprendi muitas palavras novas do cotidiano que eu não conhecia. Mais uma vez, foi a melhor experiência da minha vida até hoje, por mais esse motivo.

Enfim. Muitas pessoas me perguntam como foi que eu aprendi inglês sozinha. E eu te digo que foi uma das coisas mais fáceis que eu aprendi, porque eu praticamente não me percebia tentando aprender, era uma coisa natural porque eu simplesmente gosto muito da sonoridade da língua inglesa, então aprender o idioma foi algo quase espontâneo, e também porque eu aprendi com as coisas que mais gosto na vida: a leitura e a música.

Fiz uma lista com algumas dicas que eu dou pra quem me pergunta. Aqui vai:

1. Não compare com a língua portuguesa

Essa é importante. Porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. Até meu professor de inglês lá em Londres concluiu isso quando eu estava tentando ensinar algumas frases pra ele. Ele construía as frases em português com regras da língua inglesa e acabava falando coisas sem sentido, e o contrário também é assim. A nossa língua é bem mais complexa que o inglês, por isso temos que logo no início deixar de tentar entender as regras do inglês pelas nossas regras gramaticais.

2. Não leve tudo ao “pé da letra”

A língua inglesa, assim como em qualquer outro idioma, possui muitas expressões que só fazem sentido num contexto. Muitas palavras não se podem traduzir literalmente, então se você estiver lendo algo ou assistindo alguma coisa e esbarrar numa palavra desconhecida, tente primeiramente entender o que a frase significa. Assim vai ser mais fácil você entender o sentido daquela palavra. Dessa forma, além de aprender a palavra, você vai poder entender as aplicações dela, visto que, também, muitas palavras tem mais de um sentido. Por exemplo, a palavra ‘DO’ pode significar o verbo “fazer” (“I can do it.” “Eu posso fazer isso”) ou pode estar sendo usada como verbo auxiliar, tipo “Do you like reading?” “Yes, I do.” (“Você gosta de ler?” “sim, eu gosto”). Esse foi um exemplo bobo, mas só pra ilustrar. Tem muitas palavras que possuem mais de um significado ou mais de uma utilidade, mas esse é o tipo de coisa que você só aprende na prática.

3. Use a legenda em inglês e não em português

No começo é difícil, parece que você não entende nada, eu sei. Mas acredite, o melhor jeito pra aprender inglês assistindo filmes ou séries é sem legenda ou com a legenda em inglês. Porque dessa forma você começa a treinar seu ouvido e aprende a sonoridade das palavras. No começo o que você pode fazer é ir juntando as palavras que você conhece pra tentar entender o que as pessoas estão falando. Porque às vezes a gente não entende tudo o que é dito, mas se você reconhecer umas três palavras da frase talvez consiga entender o sentido dela.

Enfim, é um treino meio difícil, mas pra treinar o ouvido é uma das melhores coisas.

4. Leia artigos e livros em inglês

Experimente pegar um livro que você já leu, mas dessa vez leia ele em inglês. Experimente ler um artigo em inglês e tentar traduzir. Ler é a melhor forma de você aprender como as frases são construídas e como as palavras são escritas, lógico. Vejo muita gente que fala muito bem inglês, mas na hora de escrever é um desastre, porque claro, como em qualquer outro idioma, só se escreve bem quem lê. Comece com livros de linguagem simples. Não vai tentar ler Jane Austen logo de primeira, porque nem eu entendo tão bem assim quando leio os livros dela em inglês. Pegue um John Green, Rainbow Rowel, enfim, livros com uma linguagem mais moderna, com a qual estamos mais acostumados.

5. Audio Books

Algo que comecei a usar recentemente. Tem muitos audio books no youtube e uma infinidade por aí pra comprar. O ideal é você ler acompanhando o áudio, assim você aprende a sonoridade das palavras ao mesmo tempo em que aprende sua grafia. É o que mais tenho feito pra continuar meus estudos em casa.

6. Ouvir música

Desde que me entendo por gente eu ouço mais música internacional do que nacional. É uma questão de gosto, mas foi o que me iniciou nos meus estudos da língua inglesa. O ideal é você ouvir a música e tentar traduzir. É outra ótima forma de aprender a sonoridade das palavras e os significados variados delas. Sem falar que é uma das formas mais prazerosas de se aprender.

7. Intercâmbio

Eu só tive essa oportunidade agora, mas aconselho que você faça assim que possível. Por mais que você não faça um curso, por experiência própria, você aprende mais nas ruas, ouvindo e tentando se virar pra se comunicar do que dentro da sala de aula. É com certeza a melhor forma de se aprender. Mas não se iluda achando que você vai ficar três meses em outro país e vai voltar fluente. Isso pode até acontecer se você já tiver estudado inglês antes ou se você é um gênio que aprende tudo com mais facilidade do que o resto de nós, pobres mortais. De qualquer forma, seja o tempo que você pode ficar, sempre é válido, mas tudo vai depender do seu esforço e persistência.

Tem gente que aprende mais rápido e os que demoram anos e anos, o importante é ter paciência. Temos que aprender a respeitar o nosso próprio rítimo de aprendizado. E depois que você for pegando o jeito o negócio é não parar de se informar e correr atrás de meios pra se aprimorar!

Não sei se esse post trouxe muitas novidades pra você, mas achei interessante compartilhar a maneira como eu tenho aprendido inglês e quem sabe te encorajar a achar a maneira mais tranquila e que mais tem a ver com você e seu estilo de vida!

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Liverpool

Eu me apaixonei por Liverpool. A cidade dos Beatles. A cidade de um dos times de futebol mais famoso da Inglaterra. Lar da comunidade chinesa mais antiga da Europa. Uma cidade com lindos prédios históricos, porém muito moderna e cuja zona portuária é Patrimônio Mundial. Com uma população jovem e muito simpática.

Eu fui pra lá, primeiramente, por causa dos Beatles, lógico. Não sou uma fã alucinada, mas escutei desde pequena por causa da minha mãe e aprendi a gostar deles mais tarde, na faculdade, quando realmente fui pesquisar sobre eles e acabei me apaixonando.

Eu imaginava Liverpool como uma cidade pequena, com aquelas casas marrons todas iguais como é de costume na Inglaterra e sem nada de muito interessante. Só quando a oportunidade de ir pra lá surgiu é que eu fui pesquisar sobre a cidade e me surpreendi.
Ficamos num hotel muito confortável. Simples, mas que deu vontade de ficar mais uma semana! O gerente do hotel foi muito legal com a gente e deu várias dicas sobre o transporte e de como poderíamos ver todas as atrações da cidade que envolvem a história dos Beatles.

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O primeiro lugar que procuramos foi o museu dos Beatles. Pra chegar lá passamos por alguns lugares bem interessantes, como o Museu de Liverpool, algumas lojinhas e então finalmente chegamos ao Museu. Seguem algumas fotos do que encontramos pelo meio do caminho:

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The Beatles Story
O museu que conta a história dos Beatles fica no Albert Dock, uma parte bem famosa da cidade. o ingresso custa £12,50 e tem um guia de áudio incluso, disponível em português também.
Achei o museu super completo, pois conta a história de cada integrante da banda antes de a banda começar até como foi o caminhar de cada um depois que os Beatles se separaram. Com réplicas dos lugares em que eles se reuniam, dos lugares em que tocavam e até de um estúdio onde gravaram. Tem também vários objetos e instrumentos usados por eles, revistas onde foram divulgadas matérias sobre os Beatles. Enfim, uma variedade enorme de coisas que fazem você se envolver com a história e sair de lá realmente conhecendo os Beatles.
Seguem algumas fotos do museu:

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Na frente do museu tem uma roda gigante (“Echo Wheel of Liverpool”), que te proporciona uma visão bem legal da cidade. A entrada custa £9,00 e ela dá tipo umas 5 voltas, então dá pra aproveitar bastante e tirar muitas fotos! Dei a sorte de pegar mais um por do sol pra minha coleção 😉

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Outras fotos do Albert Dock:

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Esse foi o meu primeiro dia em Liverpool. Reservamos o segundo dia pra visitar as casas dos Beatles e passear um pouco pela cidade.
A casa do Paul e do Lennon ficam próximas e não são muito difíceis de achar se você tiver um bom GPS. A casa do George é mais afastada e a do Ringo eu quase desisti de procurar, mas no final descobri o porquê de ser tão difícil chegar nela. A rua da casa do Ringo já nem existe mais a não ser no mapa. Ela faz parte de uma parte da cidade em que as casas serão demolidas, então as ruas estão desertas e as casas fechadas com portas de metal. Foi bem triste chegar lá e encontrar essa cena… Segue então as fotos das casas, começando pela do Ringo, depois George, Lennon e Paul.

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Depois das casas, fomos procurar Penny Lane. A rua na qual foi inspirada a música “Penny Lane”. Que aliás é minha música preferida!

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Depois fomos até a famosa Mathew Street, lar do The Cavern, o pub onde os Beatles se apresentaram 292 vezes! O qual possui muitas raridades dos Beatles e de outros artistas que tocaram ali também.

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E foi isso! Breve mas muito proveitoso e em ótima companhia dos meus tios lindos! Mais um lugar que eu acho que vale muito a pena conhecer, não só pela história dos Beatles, mas porque a cidade é muito bonita!
Seguem mais fotos da cidade e outras fotos aleatórias:

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Playlist: dia da amostra grátis de neve

E eu que duvidei e até dei risada, acordei hoje com minha mãe saltitando pela casa dizendo que sim, estava nevando! Eu imaginei que era só chuva congelada, mas não, era neve mesmo. Depois de 38 anos, nevou em Curitiba novamente e eu vi! Eu nunca tinha visto neve, então por mais que tenha sido muito breve e do fato de os floquinhos derreterem assim que chegaram ao chão, achei um momento lindo!

Vocês, pessoas que já viram neve 400 vezes na vida, parem de ser chatas e querer cortar a alegria de quem curtiu o momento! Foi um fato legal e diferente, que acontece de vez em nunca na cidade, temos o direito de ficar bobos com isso. E tenho dito.

cold

Mas a “neve” já foi, ficou é esse frio que eu não experimentava há alguns anos. Ótimo pra curtir uns cobertores, uma boa música, uma boa companhia, um bom livro, um chá quentinho ❤

A playlist de hoje tem algumas músicas que, para mim, combinam muito com esse dia!

Sufjan Stevens, é um cara para quem realmente a palavra INCRÍVEL, que eu tanto gosto de usar, cabe perfeitamente. Apenas clique em play e entenda do que estou falando:

Agora uma música maravilhosamente linda da banda Simonami, a banda do Jean. Sim, aquele cara que costumava postar neste blog algumas dicas de bandas bacanas pra gente ouvir. VOLTA JEÃO!

A letra é muito bonita e, infelizmente, me identifiquei bastante. Pois é.

E termino com esta música que não sai da minha cabeça há três dias. Enjoy!

Playlist: madrugada chuvosa

Dias chuvosos e frios assim trazem algumas sensações. A madrugada traz alguns pensamentos que eu gostaria de não ter. A playlist de hoje é sobre isso, to aqui lutando pra melhorar meu humor e tirar coisas ruins da cabeça, a música sempre é um bom jeito de conseguir isso. Está chovendo torrencialmente e faz muito frio. As músicas que listo aqui, são as que eu estou ouvindo neste momento!

Pra começar, Ryan Adams. Eu amo e acho ele genial. Se você nunca ouviu muita coisa dele, trate de correr atrás, vale muitíssimo a pena. Vou postar duas das minhas preferidas dele.

Sei que já postei Lucy Rose na última Playlist, MAS eu tenho um caso de amor com essa música aqui e ela fala muita coisa pra mim. Madrugadas chuvosas sempre me trazem de volta as sensações que tive ao ouvir essa música pela primeira vez. Preste atenção na letra e no vídeo, a mensagem é bem bonita.

Eu gosto de Tiago Iorc. Sim, desde a primeira vez que ouvi. E descobri que ele é um cara legal também. Essa música nova dele é bem coerente com essa chuva, traz calma. Ele tem postado vários vídeos com músicas novas e muito boas. Vale a pena procurar pra ouvir.

Não quero te deixar depressivo, calma! Vamos ouvir algo que eu esqueci de colocar na Playlist anterior. Estou ouvindo essa música quase todos os dias desde que foi publicada. Kings of Leon, incríveis como sempre.

Uma música nova do John Mayer que foi publicada essa semana. Porque né, John Mayer é sempre incrível e vai bem faça chuva ou sol:

Pete Murray com essa música aí me traz uma nostalgia incrível (eu falo muito essa palavra, eu sei). Na verdade ela me lembra dias ensolarados em que eu saia pra caminhar ao entardecer e sempre ouvia ela, me traz uma sensação boa! E nesse vídeo ele toca ela com o John também, ou seja, perfeito.

Laura Marling. Demasiadamente incrível! Convém com a chuva dessa madrugada, definitivamente!

Bem, eu gosto muito dessa música. A letra dela é simplesmente linda! Quando não estou muito bem eu escuto ela e traz uma sensação boa, me faz bem!

É isso. Espero que gostem! Já dei uma aliviada nos pensamentos chatos! Como eu disse no post sobre insônia: ficar acordado pensando em problemas não resolve nada! Espero que essa lista também tenha te ajudado a relaxar pra dormir. Se quiser deixar um comentário com algumas sugestões de músicas pra eu ouvir, agradeço!

Playlist do dia

Passei a tarde toda ouvindo The Kooks! Combinou com meu dia calmo e, na maior parte do tempo, bem humorado. A banda mudou um pouco o estilo. Pra mim parece que antes era um som mais sujo mesmo, não sei como descrever exatamente,  mas eu gostava. Esse álbum parece que ficou com uma tendência mais pop, tipo “todo mundo vai gostar”. Não sei, tá diferente. Mas me incluo nesse “todo mundo”, anyways.

Também ouvi uma música da Tiê muito bonita. Fazia muito tempo que não escutava nada da Tiê e já gostei mais dela, hoje em dia escuto raramente. Mas acho as letras dela muito incríveis por toda a poesia e gosto muito da simplicidade das músicas. O vídeo é bem bonitinho!

Terminei o dia mais calma ainda e reflexiva, então não resisti e fui ouvir a minha querida Lucy Rose antes de dormir. Achei um vídeo de uma música nova dela e AMEI, principalmente pela letra. Como eu sempre digo, pra todo momento da minha vida tem uma música da Lucy que fala o que estou sentindo. Vou postar só essa música nova, mas sério, procure outras, porque é lindo, é divino, é inspirador. Sim, sou fã. Já até fiz um post falando exclusivamente dela, se você quiser pode ler neste link:  https://xicaracheia.wordpress.com/2012/10/11/dica-musical-lucy-rose/.

Bem, é isso. Espero que vocês gostem!